1942 de Robert Conroy


Sem dúvida um dos piores que li este ano. Em termos de História Alternativa, este está nos antípodas do The Man in The High Castle. Ou seja, este é um bom exemplo do que não se deve fazer. Conroy nunca me tinha fascinado em obras como 1945, 1901 e 1862, mas ainda proporcionava uma leitura agradável. Em 1942, Conroy espalha-se ao comprido a todos os níveis. Enviei este livro para um autodidacta português de História Bélica da Segunda Guerra Mundial para que ele diga de sua justiça. pois essa é a única vertente de análise em que posso não ter tantas certezas, apesar de as suspeitas serem muitas – as coisas não batem certo!

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